sexta-feira, 15 de abril de 2011

PUTARIA NO CARRO






Paramos o carro. Lá embaixo podia-se ver as luzes da cidade inteirinha. Parecia um céu cheio de estrelas.
Logo senti a mão áspera dele se metendo por entre minhas pernas. Entrando por baixo do tecido fino da saia. Sua boca me beijou o pescoço, procurou minha orelha. Senti um calafrio subindo por minha coluna vertebral. Envolvi seu corpo em um abraço desesperado.
No banco de trás, sentado, meu marido. Nos comendo - a nós dois - com os olhos. E com uma respiração pesada.
Com as mãos, procurei o zíper da calça do outro. Abri, afobada. Ele levantou os quadris um pouco e eu puxei a calça, parando na altura do seu joelho. Puxei a cueca junto também, tudo de uma vez. E peguei nas mãos, firme, seu belo cacete.
Olhei fundo nos olhos daquele gostoso, me sentindo a mais safada das safadas. Mais um beijo, línguas e línguas. Em seguida, caí de boca naquela maravilha. Era grosso, e era uma delícia senti-lo em minha boca. Com a língua, desenhei o contorno daquele pau duro: a cabeça vermelha, o comprimento e as bolas. Minha buceta pegava fogo, melada. Ele acariciava meus cabelos e gemia. “Caralho, que boca boa sua mulher tem...”, deixou escapar.
Escorreguei minhas mãos pela lateral do meu corpo e, por baixo da saia, puxei minha calcinha. Atrapalhei-me um pouco com minhas pernas e com meus pensamentos, mas logo consegui tirar a lingerie de renda. Joguei-a no banco de trás. Meu marido a pegou e sentiu o cheiro forte do meu sexo naquele pedaço de pano. A essa altura, o carro todo já estava carregado com meu cheiro de mulher. Tirei também os sapatos, um de cada vez.
O próximo passo veio sem que eu nem mesmo percebesse: sentei no colo daquele homem, virada para ele, e ajeitei sua rola na entrada de meu buraco. A pica foi escorregando para dentro de mim, devagar. Senti cada centímetro daquele caralho ir tomando posse da minha xana, lentamente. Na verdade, a situação era justamente o inverso: era eu, puta no cio, que tomava posse daquele monumento grosso e duro. Enfiei tudo dentro de mim e, mexendo um pouco os quadris, colei meus lábios na boca daquele gostoso. Chupei sua língua. Passei minhas mãos pela lateral daqueles braços fortes. Rebolei com tesão. As mãos dele apertaram minhas nádegas e um dedo maroto procurou se meter em meu cuzinho. Não foi difícil. Eu era toda daquele homem. E toda bem aberta.
Pouco a pouco, fui aumentando a velocidade dos meus movimentos. Levantava e sentava de novo, cada vez com mais força. Queria ser dividida ao meio por aquela pica. Não demorei muito a gozar, gemendo alto e descontrolada. Mas continuei a rebolar, atrás de outro gozo, que veio ainda mais forte, logo em seguida. Perdi a consciência do que estava acontecendo por alguns segundos. Eu não era mais eu mesma. Acho que, naquele momento, eu era só a minha buceta piscando.
Voltei a mim e percebi que meu marido havia saído do carro e abaixado o banco do carona. Entendendo a mensagem, saí de cima do outro e fui me deitar no banco de trás, de bruços. Levantei minha saia e deixei minha bunda exposta. “Come a bunda dela”, ouvi meu marido falar. O outro não se fez de rogado: deitou por cima de mim, separou bem minhas nádegas, me melou com um pouco de cuspe e começou a meter. Senti a cabeçorra entrando, devagar, e depois o resto entrou mais fácil. Agora dava para perceber melhor como aquele cara era grande. Ele começou a aumentar o ritmo e a meter cada vez mais fundo. Depois de mais algum tempo, senti a pica saindo de dentro de mim e o jorro de porra molhando toda a minha bunda e costas. Mais uma vez aquela sensação, já tão conhecida, de realização profunda tomou conta de mim. Eu era a mulher mais feliz e satisfeita do mundo...”

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